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quarta-feira, outubro 13
Opera at the market 2009
nestes tempos tão conturbados, as pessoas não sorriem, andam macambuzias.
gostei "disto"...
quarta-feira, setembro 16
ainda em Agosto
estive na minha aldeia e fui, graças aos meus primos Tó e Jocas e à sua camioneta Mimosa(como foi baptizada pelo primo Zé), passear por hortas onde já não ia há muito tempo! foi mesmo bom matar saudades de tempos tão distantes e de experiências que guardo bem na minha memória! Esta horta chama-se corduço onde, entre outras coisas, havia uma laranjeira que era a menina-dos-olhos do meu pai. também tinha uma nascente mas não conseguimos vê-la desta vez. na próxima quero ver tudo mais em pormenor, é preciso, 1º, limpar o mato e as silvas:)
quinta-feira, julho 23
mas também
conheci a Susana, pessoa encantadora, que tem uma lojinha (de onde só trouxe estas coisas lindas!). para além de ter uma loja recheada de materiais maravilhosos, a Susana também faz trabalhos com muito bom gosto e perfeição. espreitam aqui. se forem a Santiago de Cacém, não deixem de a visitar!domingo, julho 5
por onde andei
Um dia desta semana fui à FIA. Visitei apenas o pavilhão português e vim satisfeita com o que vi. Temos artistas excelentes, com ideias fantásticas executadas com uma enorme perfeição. Se puderem não deixem de ir. Termina amanhã. E, como não podia deixar de ser, trouxe materiais absolutamente maravilhosos!
Agora ando um bocadito desorientada, a precisar de pôr num papel tudo o que tenho e quero fazer, para me poder organizar convenientemente.
Agora ando um bocadito desorientada, a precisar de pôr num papel tudo o que tenho e quero fazer, para me poder organizar convenientemente.
segunda-feira, abril 6
preciosidades-II
e estes deu-me a Alex. são lindos! reparem, em cima, no pormenor do tecido vermelho que, tanto dum como doutro lado, são, simultaneamente, avesso e direito.
O de baixo encanta-me completamente! Reparem no carimbo! também tem que ser lavado com mil cuidados.
O de baixo encanta-me completamente! Reparem no carimbo! também tem que ser lavado com mil cuidados.
domingo, abril 5
preciosidades-I
ontém recebi, da Ana e do Paulo, estas verdadeiras preciosidades! agora tenho que as lavar com muito cuidadinho. e estas manchas amareladas, do tempo, são bem dificeis de sair. Se alguém souber uma boa maneira de as eliminar, agradeço o ensinamento. como penso lavá-las é com um pouco de sabão e tentar pô-las ao sol (a corar).
terça-feira, março 31
pequenos gestos tão grandes

sou uma moça cheia de sorte!
na 6ª feira passada a minha amiga Margarida deu-me este presente: uma garrafa de azeite. Mas não é um azeite qualquer! é azeite produzido na minha freguesia - Monte d'Estacal, Sarzedas (Castelo Branco)! E a razão do meu orgulho (sim, sinto-me orgulhosa) é alguém naquela região do interior do país se abalançar pela promoção dum produto cuja qualidade é reconhecida mas não tem passado, até aqui, de se fazer apenas para "uso doméstico". Esta está já certificada.
Parabéns! E que seja um sucesso de vendas!
na 6ª feira passada a minha amiga Margarida deu-me este presente: uma garrafa de azeite. Mas não é um azeite qualquer! é azeite produzido na minha freguesia - Monte d'Estacal, Sarzedas (Castelo Branco)! E a razão do meu orgulho (sim, sinto-me orgulhosa) é alguém naquela região do interior do país se abalançar pela promoção dum produto cuja qualidade é reconhecida mas não tem passado, até aqui, de se fazer apenas para "uso doméstico". Esta está já certificada.
Parabéns! E que seja um sucesso de vendas!


depois, no Sábado, fui visitar a Patrícia que me ofereceu estes belos miminhos, feitos por ela! Quando e se puderem não deixem de a visitar, em Palmela!
segunda-feira, agosto 4


Só para aguçar o apetite: esta é uma revista linda, com trabalhos lindos! E representa o meu sonho: trabalhar nesta arte e ter um pequeno espaço, numa cidade pequena, acolhedora, com campo à volta...Esta loja chama-se born to quilt. Não digo mais nada. Vejam.
quarta-feira, junho 18
quinta-feira, maio 1
A minha máquina (parte II)
terça-feira, março 18
Coincidências
Que engraçado! Devem ter notado que, nestes dias, fiz coisas para duas meninas que se chamam Beatriz!
terça-feira, março 4
Notícias
Estou em falta com novidades! Mas estou em produção, pesquisa, etc.! Brevemente aqui virei mostrar o que ando a fazer! Só uma dica: coisinhas para gente pequenina e coisas para ... GENTE GRANDE!
Está para breve!
Está para breve!
sexta-feira, fevereiro 1
Para as mulheres da minha geração, mais ano, menos ano...
Recebi ontem este escrito enviado por uma amiga minha. Gostei e quero partilhá-lo aqui.
"AS MULHERES DA MINHA GERAÇÃO
"AS MULHERES DA MINHA GERAÇÃO
.........elogio profundamente merecido! Hoje têm quarenta e muitos anos, inclusive cinquenta e tal, e são belas, muito belas, porém também serenas, compreensivas, sensatas e sobretudo diabolicamente sedutoras, isto, apesar dos seus incipientes pés-de-galinha ou desta afectuosa celulite que capitoneam as suas coxas, mas que as fazem tão humanas, tão reais. Formosamente reais. Quase todas, hoje, estão casadas ou divorciadas, ou divorciadas e casadas, com a intenção de não se equivocar no segundo intento, que às vezes é um modo de acercar-se do terceiro e do quarto intento. Que importa? Outras, ainda que poucas, mantêm um pertinaz celibatarismo, protegendo-o como uma fortaleza sitiada que, de qualquer modo, de vez em quando abre as suas portas a algum visitante. Que belas são, por Deus, as mulheres da minha geração! Nascidas sob a era de Aquário, com influência da música dos Beatles, de Bob Dylan, de Lou Reed, do melhor cinema de Kubrick e do início do boom latino-americano, são seres excepcionais. Herdeiras da revolução sexual da década de 60 e das correntes feministas, elas souberam combinar liberdade com coqueteria, emancipação com paixão, reivindicação com sedução. Jamais viram no homem um inimigo, apesar de lhe cantarem algumas verdades, pois compreenderam que a sua emancipação era algo mais do que pôr o homem a lavar a louça ou a trocar o rolo do papel higiénico quando este tragicamente se acaba. São maravilhosas e têm estilo, mesmo quando nos fazem sofrer, quando nos enganam ou nos deixam. Usaram saias indianas aos 18 anos, enfeitaram-se com colares andinos, cobriram-se com suéteres de lã e perderam a sua parecença com Maria, a Virgem, numa noite de sexta-feira ou de sábado, depois de dançar El Raton com algum amigo que lhes falou de Kafka, de Neruda e do cinema de Bergman. No fundo das suas mochilas traziam pacotes de rouge, livros de Simone de Beauvoir e fitas de Victor Jara, e, ao deixar-nos, quando não havia mais remédio senão deixar-nos, dedicavam-nos aquela canção, que é ao mesmo tempo um clássico do jornalismo e do despeito, que se chama "Teu amor é um jornal de ontem". Falaram com paixão de política e quiseram mudar o mundo, beberam rum cubano e aprenderam de cor as canções de Sílvio Rodriguez e de Pablo Milanez, conhecerem os sítios arqueológicos, foram com seus namorados às praias, dormindo em barracas e deixando-se picar pelos mosquitos, porque adoravam a liberdade e, sobretudo, juraram amar-nos por toda a vida, algo que sem dúvida fizeram e que hoje continuam a fazer na sua formosa e sedutora madureza. Souberam ser, apesar de sua beleza, rainhas bem educadas, pouco caprichosas ou egoístas. Deusas com sangue humano. O tipo de mulher que, quando lhe abrem a porta do carro para que suba, se inclina sobre o assento e, por sua vez, abre a do seu companheiro por dentro. A que recebe um amigo que sofre às quatro da manhã, ainda que seja seu ex-noivo, porque são maravilhosas e têm estilo, ainda que nos façam sofrer, quando nos enganam, ou nos deixam, pois o seu sangue não é suficientemente gelado para não nos escutar nessa salvadora e última noite, na qual estão dispostas a servir-nos o oitavo uísque e a colocar, pela sexta vez, aquela melodia de Santana. Por isso, para os que nascemos entre as décadas de 40 e 60, o dia da mulher é, na verdade, todos os dias do ano, cada um dos dias com suas noites e seus amanheceres, que são mais belos, como diz o bolero, quando está você. Que belas são, por Deus, as mulheres da minha geração!"
(escrito por Santiago Gambôa, escritor Colombiano)
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